Conhecendo um pouco mais sobre o solo – 3ºs. Anos

Tudo começou na aula de Ciênicas. Os alunos do 3ª. Ano C, plantaram e observaram o crescimento do feijão.

Depois, conheceram e analisaram os diferentes tipos de solos: amarelo, vermelho, preto e suas texturas, ásperas ou lisas. Vejam as fotos das amostras:

Foto cedida pelo aluno Lucas M. Nishioka

 

As minhocas são muito importantes. Você sabe por quê?

   O solo está cheio de túneis, construídos pelas minhocas. Esses túneis são muito importantes porque ajudam o ar e a água a penetrar no solo. Assim, quando as plantas têm sede, a água chega mais facilmente às suas raízes.

As minhocas comem as folhas secas. Elas retiram das folhas os nutrientes para se alimentarem e deitam fora o resto. As fezes da minhoca misturadas com a terra formam o húmus, que é um adubo natural muito bom para as plantas crescerem saudáveis. Foi então que chegou a vez de conferir:

 

Construindo um terrário

Falando em solo, terra e terrário, que tal ler uma historinha sobre minhocas?

Viver debaixo da terra é tão divertido quanto estar no mundo normal. Enganam-se aqueles que pensam que o subsolo é composto só de terra, pedras e raízes. Há muitas histórias subterrâneas, ainda mais quando se trata da família das minhocas Murizoca.

Elas moram no final do túnel da Topeira. A casa dos Murizoca fica ao lado da toca do Coelho. São seis minhocas muito malucas e engraçadas: o pai, a mãe, a vovó e três filhos.

Outro dia, a família Murizoca resolveu ir viajar. Pensaram, então, que sair do mundo subterrâneo e ir até o lado de cima seria uma boa idéia.

– Vamos, papai! Eu nunca vi o céu! – disse uma das minhocas.

– Eu também não. Nunca vi um passarinho, só conheço rochas, terra e pedrinhas – completou o filho caçula.

– Tá bom, ta bom! Então, vamos – resolveu o pai Murizoca.

No dia seguinte, toda a família subia o túnel rumo à beira do mar, um bom lugar para se fazer um piquenique, segundo o papai minhoca.

– Calma, gente. Eu estou cansada – falava a vovó Murizoca, que era a última da fila.

Ao avistar o azul do céu, todas as seis minhocas exclamaram:

– Que lindo! Nunca vi tanto espaço, tanto ar!

O papai minhoca Murizoca distribuiu os óculos escuros que havia comprado, abriu o mapa e avisou que eles ainda precisavam caminhar – ou melhor, rastejar – um pouco mais para chegar até o mar.

O papai ia mostrando para os filhos tudo o que eles ainda não conheciam: o sol, as nuvens, os passarinhos, o vento…

Até que chegaram. Mas, antes mesmo que elas pudessem admirar a paisagem, uma mão de um homem agarrou a vovó minhoca.

– Achei a isca que eu precisava! – falou o homem – uma minhoca bem gordinha para que eu colocar no anzol e pegar um peixe!

O homem que agarrou a vovó minhoca era, na verdade, um pescador.

Ele a enrolou no anzol e, em seguida, lançou-a no mar.

O papai, a mamãe e os filhinhos minhocas gritaram e espernearam:

– Largue a vovó!

Assim que o pescador olhou para o chão e viu a confusão. Abaixou-se e disse:

– Hoje é meu dia de sorte! Tenho aqui mais cinco iscas! – pegou o restante das minhocas e colocou-os na latinha. O pescador nem deu ouvidos para a gritaria e continuou sua pescaria.

Passou um tempão e nada dele pegar um peixe. Até que resolveu tirar a isca da água. Pegou a vovó minhoca na mão e falou:

– Você não está dando sorte, mas talvez uma dessas outras que estão na latinha me ajudem a pescar um peixe grandão.

Nisso, a vovó minhoca avisou as outras:

– Gente, é muito divertido lá na água! Lindo e muito refrescante. A única coisa que vocês têm que fazer é uma careta bem feia quando um peixe se aproximar!

Ela mal terminou de dizer a frase e o pescador enrolou o papai minhoca no anzol. Em seguida, jogou-o na água, assim como fez com a vovó.

Tibum.

Lá no fundo do mar, o papai da família Murizoca ficou surpreso com a beleza da água cristalina, dos peixes e corais. Quando um peixão se aproximou para mordê-lo, ele fez uma careta muito feia. O peixe nadou para longe.

Do lado de fora do rio, o pescador estava cansado de esperar que um peixão fisgasse a isca. Então, tirou o papai minhoca da água e, dessa vez, enrolou a minhoca mãe.

– Uhuuu! É muito legal! Não tenha medo meu bem, só não se esqueça de fazer uma careta – gritou o papai minhoca enquanto era a vez de sua mulher ser atirada na água.

E lá foi a mamãe para o mar.

No final do dia, o pescador já havia testado todas as minhocas da família Murizoca e não conseguiu pegar nenhum peixinho sequer.

– Vou soltar essas minhocas, elas me deram azar – disse o homem libertando-as no chão.

A família Murizoca, unida, voltou para a vida do subsolo com uma aventura e tanto para contar. Dizem que elas são as únicas minhocas que conhecem a terra, o céu e o mar.

Valeu o esforço pessoal!

O resultado foi excelente!!!

Beijinhos, Prof.ª Maristela.

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